Vicinal é liberada após reconstituição do caso “Índio”; acusada acompanhou a dinâmica do acidente em Santa Cruz

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A vicinal Plácido Lorenzetti foi liberada por volta das 20h50, após ficar interditada desde as 19h30 desta quinta-feira (26) para a realização da reconstituição do acidente que tirou a vida de João Basílio Ferreira dos Santos, de 59 anos, conhecido como “Índio”. O caso ocorreu na noite de 16 de agosto de 2024 e segue gerando forte comoção entre os familiares em Santa Cruz do Rio Pardo.

A reprodução simulada dos fatos contou com a presença do promotor de justiça Dr. Reginaldo Garcia, o delegado Dr. Valdir Alves de Oliveira, além de integrantes da Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária. Glauce Alves e testemunhas do acidente acompanharam a reconstituição.

O objetivo da reconstituição foi esclarecer pontos centrais do caso, como o local exato onde teria ocorrido a ultrapassagem, as condições de iluminação da via e dos veículos envolvidos, além de confrontar e esclarecer as divergências entre as versões apresentadas ao longo da investigação.

De acordo com informações apuradas pela nossa reportagem, uma das etapas da simulação foi realizada com base na versão apresentada pela acusada, enquanto outra parte considerou os relatos das testemunhas, permitindo que a autoridade policial analisasse tecnicamente os diferentes pontos reunidos no inquérito.

Um dos momentos mais marcantes foi o acompanhamento do filho da vítima, João, informou que durante o procedimento, houve um teste de visibilidade em que as luzes da motocicleta foram apagadas. Segundo João, mesmo sem iluminação própria na moto, o farol da caminhonete permitiria a visualização da motocicleta na pista.

De acordo com as investigações, “Índio” conduzia uma motocicleta quando foi atingido por uma caminhonete Toyota Hilux conduzida por Glauce. Após a colisão, a motorista deixou o local e foi localizada posteriormente em sua residência.

A vítima chegou a ser socorrida e lutou pela vida, mas não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito no dia seguinte na Santa Casa de Santa Cruz do Rio Pardo.

Glauce responde ao processo em liberdade, a investigação aponta embriaguez ao volante, ela deverá ser submetida a júri popular ainda este ano.

O caso segue sob acompanhamento da Justiça e continua mobilizando familiares e amigos da vítima, que aguardam o desfecho judicial.

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