JANEIRO EM SANTA CRUZ: O RESUMO OFICIAL DO CAOS

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Se você não entendeu nada do que aconteceu em janeiro, relaxa. Nem quem estava no meio entendeu. A IBTV explica — ou tenta.

Tudo começou quando Juninho Souza, vereador e presidente da Câmara, curtiu sozinho o show de Zezé Di Camargo na Festa do Peão de Santa Cruz. Sozinho, pensativo e cantando sofrência por dentro, saiu do show desconsolado e decidiu que precisava viajar em pleno feriadão de aniversário da cidade.

A excursão foi marcada. Ônibus quase saiu. Mas a FAZZIO Tur cancelou tudo em cima da hora. Primeiro disseram que estava chovendo onde ele queria ir. Depois surgiu uma versão ainda mais dramática: a dona da empresa teria contado que o pai havia morrido.
Só que, segundo os comentários que circularam a cidade mais rápido que áudio em grupo de WhatsApp, não choveu, não teve viagem e nem velório.

Sem viagem, Juninho ficou pela cidade e foi parar na casa de um corretor de imóveis que estaria vendendo terreno que não era dele. O detalhe é que, dias depois, o corretor acabou preso, provando que janeiro não decepciona quando o assunto é confusão.

Na casa do corretor rolava uma festa com cachorro-quente. Juninho comeu. O cachorro-quente reagiu. E o responsável pelo lanche tratou logo de se defender dizendo que a culpa era da prefeitura, que demorou pra liberar, servir, organizar ou qualquer coisa parecida. Resultado: lanche atrasado, suspeito e o temido piriri institucional instalado.

A partir daí o vereador saiu em modo desespero. Passou por uma casa no Jardim Planalto, achando que ali teria salvação, mas deu de cara com uma moça brava batendo em todo mundo — verbalmente e emocionalmente. Não era uma opção.

Sem alternativa, Juninho correu para o comércio da cidade, tentou uma loja, depois outra, depois mais uma… e nada. Porta fechada, cara feia, zero empatia intestinal. Foi nesse momento de tensão, suor frio e iluminação divina que nasceu a brilhante ideia:
💡 tentar obrigar o comerciante a deixar todo mundo usar o vaso.

Enquanto isso, a festa de aniversário da cidade seguia firme… sem bolo. O único bolo que apareceu foi o de garrafas PET, e o evento virou aquele clássico rolão de família brasileira: gente reclamando, criança correndo, adulto discutindo e ninguém sabendo quem organizou.

No meio desse embrolio todo, como se janeiro ainda não tivesse entregado tudo, a moça apaixonada por pastéis voltou a atacar, aplicou mais um golpe — dessa vez na ex-sogra — acabou presa e, ao que tudo indica, deve estar comendo pastel na cadeia. Dizem que está de boa.

Pra fechar o pacote do caos, o prefeito saiu de férias no meio de tudo isso e deixou o vice, Mirtão, pra assumir os B.Os, os problemas, as broncas e, se bobear, até a fila do banheiro.

Observação: No texto há uma mistura confusa e proposital dos principais assuntos da cidade, e é claro trata-se de uma sátira!

Boa sorte Mirtão!

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